EUA elevam pressão sobre Maduro e anunciam sanções contra petrolífera

Decisão contra a empresa estatal PDVSA pode ter como efeito colateral um aumento do preço do petróleo, o que afetaria as refinarias americanas

Os Estados Unidos anunciaram nesta segunda-feira (28) o bloqueio de US$ 7 bilhões (R$ 26,3 bilhões) em ativos da petrolífera venezuelana estatal PDVSA, em mais uma tentativa de aumentar a pressão sobre o regime do ditador Nicolás Maduro.

As sanções foram anunciadas pelo secretário de Tesouro, Steven Mnuchin, e pelo conselheiro de segurança nacional, John Bolton. A intenção é ajudar o adversário de Maduro, Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional venezuelana e auto declarado presidente do país.

A decisão, porém, pode ter como efeito colateral um aumento do preço do petróleo, o que afetaria as refinarias americanas.

Nesta segunda, Mnuchin determinou que as pessoas que operam no setor de petróleo da Venezuela estão sujeitas às sanções americanas.

“O caminho para aliviar sanções para a PDVSA é pela rápida transferência de controle ao presidente interino ou um subsequente governo democraticamente eleito que está comprometido a tomar ações concretas e significativas para combater a corrupção”, afirmou o secretário do Tesouro em declaração na Casa Branca.

Com informações da Folhapress.

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